Karine Keogh, Vida Na Irlanda

Eu to Feliz.

Sei lá… acordei feliz hoje.

Acordei sendo eu, sem ter que performar, sem tentar corresponder às expectativas de ninguém. Acordei na hora que quis e, no meio da noite, levantei para beber água e abri a janela para olhar para a lua, que estava cheia, como eu.

Não me preocupei com a agenda de ninguém, além da dos meus dois chefes – os que pagam as minhas contas.

Hoje fui eu, das 5 da manhã até agora, às 23h, depois de chegar do cinema.

Fui ver um filme que eu escolhi, sem negociar nem ouvir alguém reclamando das minhas escolhas duvidosas. Comprei pipoca, comi um quarto… e ninguém me julgou por isso.

Fui ao salão fazer o cabelo, mesmo sem ter nenhum lugar “especial” para ir. Fiz por mim, porque eu quis.

Liguei para todos os meus filhos, e eles estão bem.

Eu estou bem.

Minha skincare está em dia, pela primeira vez nesses quase 50 anos!

A vida é boa. E, em vez de me perguntar como deixei alguém embaçar a minha visão, estou aqui agradecendo pela bênção de voltar a ver tudo mais colorido.

Eu tô feliz.

E esse post é só sobre isso mesmo.

 

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